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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Existe uma enorme confusão em relação à frequência X qualidade das relações sexuais

“Relacionamentos com boa qualidade afetiva tem, na grande maioria das vezes, um sexo de boa qualidade e que pode ser incrementado com brinquedos eróticos, apimentado com fantasias que o torne uma brincadeira sadia e consensual; até porque as pessoas gostam de uma ‘sacanagenzinha’, mas é importante que esse não seja o foco, e que não se despreze a essência do sentimento que os leva a querer estar juntos compartilhando momentos de carinho e prazer” Os casais têm ritmos sexuais que variam por inúmeros fatores sócioculturais e psicológicos como: estresse, crise financeira, problemas com filhos e a rotina que pode significar um esfriamento na sexualidade do casal.
Fatores biológicos podem gerar alterações de desempenho na resposta sexual: desejo, excitação e orgasmo. Veja uns exemplos:

- Vida sedentária, doenças e medicações para tratar diabetes ou hipertensão, obesidade, TPM e alterações hormonais que podem ocorrer por estresse, gravidez ou envelhecimento.
Pesquisas mostram que um grande número (perto de 50% da população) está insatisfeita com sua vida sexual. Os motivos são:
- Disfunções sexuais: vaginismo (vagina “colada”), anorgasmia (ausência de orgasmo), desejo sexual hipoativo, ejaculação precoce e disfunção erétil.
- Fatores psicológicos: conflitos de autoestima relacionados à beleza, juventude e tamanho – meu pênis não é grande o suficiente para ser desejado; busca de uma maior quantidade de sexo, o que nem sempre vai refletir uma qualidade de vida sexual; explica a urologista e terapeuta sexual Dra. Sylvia Marzano.
Ranking sexual: brasileiros estão em segundo lugar em frequência de relações sexuais/ano
Segundo pesquisa realizada por um fabricante de preservativos, que entrevistou 26 mil pessoas, em 26 países, os brasileiros praticam mais sexo que a média mundial, tendo em média 145 relações sexuais por ano, só perdendo para os gregos que transam em média 164 num ano. Em terceiro lugar estão os poloneses e os russos, com uma média de 143 relações por ano, e em último os japoneses, onde apenas 34% das pessoas dizem fazer sexo pelo menos uma vez por semana. A média global é de 103 relações por ano.
Mas como nem sempre quantidade significa qualidade, vamos ter apenas 42% dos brasileiros que dizem estar satisfeito com sua vida sexual. Segundo o psicólogo e terapeuta sexual Ralmer Rigoletto, “O número de relações sexuais não é indicativo de satisfação e nem de qualidade nas relações, mas sabemos que relacionamentos prazerosos aumentam a probabilidade de se desejar mais sexo”.
Ninguém pode duvidar que uma sexualidade prazerosa ajude a fortalecer vínculos, traz uma alegria maior e um otimismo maior na vivência da afetividade e na perspectiva da relação; além de ser um grande motivador para uma autoaprovação e, portanto, melhorar a autoestima. Mas isso não significa uma vida de performances sexuais múltiplas ou o cumprimento de todas as posições do Kamasutra, de uma quantidade que seja invejável aos outros ou a necessidade de viver ‘modernamente’ todas as possibilidades.
O que é sexo de qualidade?
Relacionamento sexual com qualidade implica em intimidade, diálogo, vínculo e envolvimento baseado em afeto, para que haja uma troca de prazer e satisfação a dois.
A proximidade afetiva com o parceiro, a sensação de ser amado e respeitado são fatores importantes que colaboram para se conseguir uma vida sexual satisfatória.
É verdade que muitas pessoas poderiam usufruir mais da sexualidade se estivessem menos cansadas e estressadas. Mas essa é uma realidade pessoal da modernidade que precisa ser repensada e que exige em muitas situações mudanças de atitudes: morar mais perto do trabalho para evitar longas horas no trânsito, incluir a prática de esporte ou de um hobby no cotidiano, melhorar a qualidade da alimentação e disponibilizar-se para ter mais tempo e intimidade com o parceiro (a).
De uma forma geral o jogo sexual, que implica em sedução, sensualidade, carícias e também o ato sexual, pode ser melhorado com palavras, tempo e até com uso de apetrechos que vão desde lingerie até brinquedos eróticos.
“Relacionamentos com boa qualidade afetiva tem, na grande maioria das vezes, um sexo de boa qualidade e que pode ser incrementado com brinquedos eróticos, apimentado com fantasias que o torne uma brincadeira sadia e consensual; até porque as pessoas gostam de uma ‘sacanagenzinha’, mas é importante que esse não seja o foco, e que não se despreze a essência do sentimento que os leva a querer estar juntos compartilhando momentos de carinho e prazer”, lembra Ralmer Rigoletto.
Ouvido é um grande ponto de excitação do casal, principalmente da mulher
“A maior satisfação está na grande estratégia que os casais precisam aprender a usar que é o dialogo: saber ouvir e saber falar, e não só criticar. Os ouvidos são os melhores pontos de excitação do casal, principalmente das mulheres, e o prazer é uma descoberta de responsabilidade dos dois”, diz Sylvia Marzano.
Portanto, buscar uma boa qualidade de relacionamento implicará numa melhoria geral do prazer e inclusive da frequência e prática sexual. Se não houver essa busca, estaremos falando só de frequência de relação, e o diferencial é investir na qualidade de afeto e alegria de quem vive por inteiro um relacionamento.

Indo à lua

por Rosana F. | 07/12/2009 Descubra os segredos para chegar no raro e almejado orgasmo vaginal
ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.

Pesquisas e bate-papos informais revelam que, infelizmente, a maior parte das mulheres mal consegue atingir o orgasmo. Dentre as que conseguem, grande maioria o faz por estímulos diretos no clitóris, seja na masturbação ou no sexo oral, e uma pequena parcela consegue ir à lua através da penetração. Conversamos com algumas dessas felizardas para tentar descobrir os segredos para se chegar lá, no raro e almejado orgasmo vaginal.

Em primeiro lugar, ainda que o objetivo seja o clímax, é bom que a mulher saiba - e seu parceiro também - que o orgasmo pode vir mais fácil e rápido quando começa em outras partes da anatomia feminina, como peito e bumbum, orelhas e nuca, como lembra a estudante Viviane, 22. "Além da masturbação, é muito bom mão no peito e beijo na boca. Tenho amigas que curtem algo mais violento como tapas. Acho que isso depende de cada um e da intimidade com o parceiro", diz ela, que namora há dois anos e com este namorado teve um orgasmo vaginal pela primeira vez. "É indispensável que o cara esteja bastante excitado, claro. Depois que achou o lugar certo lá dentro, é só caprichar na intensidade e aumentar o ritmo aos poucos até o orgasmo", ensina.

Sexo frio, morno ou quente? Faça o teste!


Quando a mulher goza durante o sexo oral, seu prazer depende da habilidade do parceiro - o que, convenhamos, pode ser arriscado. Já quando chega ao orgasmo na penetração, ela assume as rédeas da situação. A advogada Ana Cristina, 35 anos, diz ter mais facilidade para atingir o orgasmo durante a penetração do que no sexo oral. "Gosto de ficar por cima, porque tenho total domínio do encaixe, intensidade e ritmo dos movimentos. Nessa posição, posso esfregar o clitóris no corpo dele, o que ajuda muito", dá a dica.

Agora pasmem: Ana Cristina jura que uma barriguinha de chope pode ajudar, uma vez que a superfície de atrito fica maior. "Já rolou com os dois deitados de barriga pra cima, estando eu em cima dele. Com o atual parceiro, gozo de ladinho, mas com auxílio de masturbação", revela. Que tal tentar hoje à noite, depois de um chopinho

Escolas de sexo

Do Tantra ao Kama Sutra, conheça as filosofias orientais do êxtase
ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.

Sexo? A correria nossa de cada dia nem sempre deixa tempo para pensarmos no assunto. É chegar em casa, transar em cinco minutos, virar para o lado e dormir. A coisa começa a ficar mecânica e pior: monótona. Dá vontade de não fazer...

Para as chamadas escolas orientais de sexo - filosofias árabe, chinesa e indiana -, o ato sexual é um momento de harmonia e bem-estar. Bem além do que ensinar técnicas, os "manuais sexuais" do Oriente mostram a arte de fazer amor e conduzem a uma relação mais profunda e intensa com o parceiro. Sexo por sexo? Esqueça! Prepare-se para conhecer o verdadeiro prazer.

Veja no Bolsa TV as técnicas de pompoarismo


O legado


Além de palácios ricos em esculturas eróticas, os orientais deixaram textos como o Kama Sutra, o Ananga Ranga, o Tao e O Jardim Perfumado - grandes manuais sexuais. "A filosofia Oriental vai além do sexo, buscando a essência do casal e do indivíduo. Homem e mulher passam a trilhar um mesmo caminho de enriquecimento - do corpo e da alma - numa experiência física e espiritual magnífica", explica a pompoarista e shiatsu terapeuta Regina Racco, autora do livro "Poder sexual e qualidade de vida" (editado pela Pompoarte.com.br).

“O sexo é apenas a primeira manifestação da energia, o primeiro degrau da escada e, se você quer crescer, evoluir, se transformar, você não pode negar a base ou lutar contra ela”



Apenas a técnica não vale. Esse é um dos primeiros mandamentos das filosofias orientais. "Apesar de nós, ocidentais, termos crescido muito em termos de proteção durante o sexo, como a conscientização da necessidade do uso da camisinha, regredimos bastante no ato de fazer amor", alerta a professora especialista em artes eróticas orientais, Celine Imaguire, autora do livro Pompoarismo, o caminho do prazer (Editora Éden). Segundo ela, homens e mulheres deixaram de explorar os cinco sentidos, as sensações. "Fazemos tudo com pressa", critica Celine. "O tempo médio do brasileiro é de cinco a 10 minutos de penetração - e geralmente só o homem chega ao orgasmo", afirma.

Ela conta que entre 40% e 50% de suas alunas não sentem prazer e que, entre as que sentem, 80% a 90% têm somente orgasmo clitoriano. "Isso acontece porque elas não conhecem os caminhos do corpo. As mulheres do Oriente são mais orgásticas justamente porque experimentam as filosofias orientais do sexo, aplicando-as para prolongar o prazer", explica Celine. A professora ressalta: "São filosofias - e não religião. É bom desmistificar, porque não são a mesma coisa". De acordo com ela, toda mulher merece e pode ter esse tipo de conhecimento, porque sexo, afinal, é prazer, saúde e vida. Preparada?

As filosofias do êxtase

Kama Sutra: De origem hindu, Kama é uma divindade masculina e Sutra significa, no antigo sânscrito, conjunto de ensinamentos. O Kama Sutra é então, literalmente, um manual indiano do sexo, com 64 posições sexuais descritas através de textos e imagens. Celine Imaguire conta que o livro é resultado de uma compilação feita pelo nobre Vatsyayana, no século IV, que misturou várias técnicas sexuais dos manuais orientais, centralizando-as num só guia - o Kama Sutra - que Celine gosta de chamar de "manual da etiqueta sexual".

A especialista em artes eróticas orientais explica que, à primeira vista, parece ser impossível praticar as posições ensinadas no livro, pois parecem verdadeiras acrobacias. Mas, segundo ela, o texto diz mais do que a imagem. "Naquela época, não havia a noção de perspectiva no desenho e, por isso, as ilustrações parecem confusas, porque muitas vezes não correspondem ao que o próprio texto diz", explica Celina, cuja dica é ir desmembrando as informações do texto, e não das imagens.

CONHEÇA UM KAMA SUTRA SOB MEDIDA PARA VOCÊS


Uma das técnicas mais "quentes" e milenares dos manuais orientais, que pode ser aplicada em todas as posições do Kama Sutra, é a da ginástica íntima - pompoarismo, recomendada para todas as idades. Aprende-se a contrair os músculos intravaginais (no caso dos homens, os músculos penianos), ganhando o controle total da força muscular na região. Com isso, a mulher fortalece o canal vaginal e auxilia no seu próprio prazer e no do parceiro durante a relação sexual.

"O canal vaginal é muito sensível a estímulos. Se a resposta está fraca, tem muito a ver com a mulher estar deixando essa região de lado, em inércia provocada pelo esquecimento", explica a pompoarista Regina Racco. "Com o treinamento dos músculos, eles começam a se fortalecer. Aí, pode multiplicar por mil a capacidade erógena e de percepção dos estímulos sexuais", afirma Racco.

Além da geografia do corpo, o Kama Sutra dá ênfase ao amor e à liberação dos cinco sentidos - audição, paladar, olfato, tato e visão - além da mente. Portanto, o livro funciona como um guia para aprimorar a sensualidade e o erotismo do casal e do ambiente. Óleos, brinquedos, perfumes, música e demais estímulos sexuais e sensuais estão liberadíssimos para ajudar os pombinhos a chegarem ao clímax de forma nada rotineira.


Ananga Ranga: Na mesma linha do Kama Sutra, o Ananga Ranga, manual indiano escrito por Kalyana Malla por volta de 1172 d.C., descreve as zonas erógenas tanto dos homens quanto das mulheres e traz uma compilação de posições sexuais, muitas das quais já ensinadas no Kama Sutra. A diferença é que o Ananga Ranga foi escrito especificamente para casais, visando evitar o "divórcio" do marido e da mulher. Segundo o autor da obra, a maior razão para a separação de um casal e causa que leva ambos aos braços de amantes é a monotonia que surge nas relações sexuais. É justamente isso que o Ananga Ranga procura evitar a todo custo, prometendo aquecer os parceiros na cama.

Ele está a fim?

Descubra se o cara com quem você está saindo está - ou não! - na sua
Quando vocês estão juntos, ele fala olhando dentro dos seus olhos. Seu coração pula de felicidade e você acha que sim, o bonitão está a fim de você. Aí ele fica de ligar e o telefone não toca. Você desanima e acha que o sujeito não está lá muito interessado. A sua única certeza é que está caidinha por ele. E a nossa é: você vai ter que dar um jeito de descobrir, através de pequenos sinais, se os seus sentimentos são correspondidos ou não. Vamos lá!

O que ele quer de você? Faça o teste!


Não está a fim

O livro "Ele simplesmente não está a fim de você" - que virou filme homônimo - de Greg Behrendt e Liz Tuccillo, redatores da série Sex and the city, fala sobre os 'sinais' de que o cara não está nem aí. Por exemplo, ele não ligar é um sinal claro. "Se ele gosta de você, pode ter certeza de que vai convidá-la para sair. Por que acha que os homens teriam alguma dificuldade para fazer algo tão simples como pegar um telefone e convidar? Parece que vocês pensam que somos ‘tímidos demais' ou que 'acabamos de sair de um relacionamento'. Devo lembrar que os homens acham muito gratificante conseguir o que querem", garante o autor Greg Behrendt, que continua: "E você, bem, você tem sempre uma desculpa para justificar as atitudes dele e, o que é mais grave, perdoá-lo", afirma.

Segundo o livro, "Eu não quero ter um relacionamento sério" na verdade significa "Eu não quero ter um relacionamento sério com você" ou "Não tenho certeza se você é a mulher certa para mim" - ui, essa doeu.


A usuária do Bolsa de Mulher Potyra 65 assina embaixo do que Greg diz. "Na verdade ninguém vive sozinho. Esse papo de que não tá a fim de compromisso é pura balela", defende Potyra, acrescentando que é só pintar alguém que interesse e já se cria uma expectativa.

Você entende a cabeça dos homens? Faça o teste!


A usuária Naiarar Matias leu o livro. "Tem um capítulo que fala que se um homem não quer sexo com você, ele simplesmente não está a fim de você", lembra ela, sobre quando o cara foge da raia. "Porque o homem, quando gosta, tenta te pegar toda hora, não interessa o lugar. Ele só pensa nisso com você!", diz ela.

Segundo o livro "Ele simplesmente não está a fim de você", os sinais de desinteresse são:

- Ele não te convida para sair
- Eele não te telefona
- Ele não quer namorar com você ("sair" não é o mesmo que namorar)
- Ele não faz sexo com você
- Ele faz sexo com outra pessoa
- Ele só quer te ver quando está de porre
- Ele não quer casar com você
- Ele te dá um pé na bunda
- Ele desapareceu sem deixar sinal de vida
- Ele é casado (ou outras variações loucas de impossibilidade)

As dez mais!

Dez posições, manias, jeitinhos e taras que os fazem subir pela parede



  • ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.

    Depois de muitos pedidos, fomos atrás de representantes do sexo masculino para descobrir o que eles gostam de fazer na cama. Você que sempre ficou na dúvida se deveria ou não tomar iniciativa na hora de arriscar uma posição ou atitude mais ousada, agora conta com um verdadeiro dossiê do prazer deles. Tem homens de todos os tipos: liberais, conservadores, românticos, safadinhos. E, sim, há uma tara que foi citada por todos. Descubra qual - e muitas outras - e faça seu benzinho feliz!

    Número um: sexo oral

    Da próxima vez em que você estiver morrendo de vergonha, sem saber se deve ou não cair de boca no que ele tem de mais delicioso, pare de pensar e vá em frente. Sim, eles ADORAM, e não há homem que negue a preferência pelo sexo oral. O famoso 'boquete' deixa qualquer marmanjo enlouquecido de tesão. Mas não adianta fazer de qualquer jeito, como explica um dos milhares adoradores da prática: o programador Jonas Galvez. Além de fã de carteirinha, ele é expert nas variações do tema:

    "Existem dois tipos de boquete. O boquete antes do sexo, e apenas o boquete, que termina nele mesmo, sem envolver sexo depois. O primeiro tipo não precisa nem deve ser demorado", explica Jonas, enfatizando que a idéia é que ele seja apenas uma preliminar, para deixar o membro em ponto de bala. Já o segundo deve ser feito com dedicação e gosto. "É muito bom, especialmente quando não estou esperando que aconteça. No escritório é ótimo". E nada de pressa: "Quanto mais demorado, melhor. O que realmente importa é a duração. A pior coisa é o boquete de menos de cinco minutos, que aparenta ser uma missão cumprida. Nem precisa engolir, mas levar na boca não faz mal nenhum", acredita.

    Pensa que acabou? Jonas dá a dica final: "Um beijo depois do boquete é uma safadeza suficiente para ligar a máquina de novo, quase instantaneamente". Começa o segundo round!

    Vice-campeão: sexo anal

    Nem tão lá no topo da lista, mas logo atrás, aparece um polêmico e quentíssimo sucesso da paradas: o lado B – no caso, o nosso. Não perca seu tempo tentando descobrir se ele está a fim. A entrada pela porta dos fundos é um must, e objetivo de vida de quem ainda não conseguiu o passe livre para a área VIP. Como já desconfiávamos, mas ficávamos sem graça de perguntar, eles são loucos por sexo anal, o vice-campeão da nossa enquete. A regra aqui é liberar geral – incluindo aí o dito-cujo – para satisfazê-los. Afinal, na cama, vale tudo!

    Lugares inusitados


    Na cama, no chão, no carro, na praia, no cinema, no elevador ou onde mais sua imaginação permitir: sexo em lugares públicos ou inusitados também figurou na lista, em um admirável terceiro lugar. Sinal de exibicionismo? Nada disso! A sexóloga Glene Faria analisa: "O risco de ser pego libera adrenalina, o que gera excitação. Só que correr riscos é próprio do sexo masculino. Algumas mulheres até ficam excitadas com isso, mas outras ficam tão preocupadas que acabam não tendo prazer".

    Um dos felizardos que teve a sorte de encontrar uma companheira de aventuras foi o produtor de eventos Roberto Prado*. Em uma viagem a Miami, fugiu com um caso que o acompanhava para o banheiro do avião. "Só dá se for no da primeira classe, pois não forma fila. Além disso, é maior e mais limpo que o da econômica", enumera as vantagens. Apesar de apertado, e sem possibilitar muitas ousadias, o banheiro caiu como uma luva no momento de emergência. "Ela ficou ajoelhada no vaso, e eu em pé, tentando me equilibrar. Não dá para se mexer muito, mas com jeitinho, funciona. Tudo bem que quando abrimos a porta, uma aeromoça deu de cara com a gente. Mas ela só riu, e ficou por isso mesmo", recorda.

    Atitude é fundamental


    Se você já está toda animadinha para testar as preferências acima com seu querido, aí vai uma dica preciosa: todo o esforço para agradar ao sexo masculino não vale de nada se não for acompanhado de atitude. Com a quarta colocação, a atitude é o que faz das demais colocadas tão desejadas. "É fundamental a mulher se revelar na cama, mostrando o que gosta. Tem que participar, e com personalidade. Agir como uma boneca inflável não rola", avisa o redator publicitário Fidélis Alcântara, 31 anos.

    Quem assina embaixo é o designer Benjamin Jackson, a favor da comunicação sem ruídos durante o rala-e-rola. "Adoro quando elas falam do que gostam, do quanto gostam, mas principalmente do que não gostam. E, por favor, digam coisas sujas, libidinosas e sacrilegiosas em voz alta", implora.


    O prazer é nosso!

    Dentre as muitas preferidas citadas por eles, selecionamos outras nem tão pedidas assim, mas que não poderiam deixar de constar. Acredite ou não, eles não apenas se lembram de nos dar prazer, como também gostam. Presentear-nos com sua habilidade manual durante uma masturbação demorada, relaxar durante o 69 (empatados em um humilde nono lugar), e – surpreenda-se – gozar junto (8ª posição), apesar de lá no final, entraram na lista. "Eles se preocupam primeiro com sua sexualidade, para depois pensar no prazer da mulher. Por outro lado, elas tendem a realizar todas as fantasias masculinas, esquecendo-se de si mesmas. Conseguem dar prazer, mas não receber", observa a sexóloga Glene Faria.

    Mas nem tudo está perdido. Os mais dedicados se deliciam em fazer sexo oral em suas parceiras, especialidade que poucos dominam com destreza, mas que arrecadou um belíssimo quinto lugar na lista. Que o diga o publicitário Fidélis Alcântara. "Adoro quando elas gozam na ponta da minha língua, ou pedem para ser penetradas depois de momentos de sexo oral intenso", descreve. Salve, Fidélis!

    Jonas Galvez acompanha: "Gosto de dedicar atenção prolongada à vagina. É só relaxar, pois não tenho absolutamente pressa alguma em terminar", jura. Apesar da dedicação total a você em alguns momentos, este slogan está mais ficção do que para a realidade de uma mulher. Quando a disposição é muita, os insaciáveis logo tratam de inventar moda. Nessas horas, aparece uma das maiores fantasias masculinas: o sexo grupal.

    Um é pouco, dois é bom, três é DEMAIS!!!


    O sexto lugar conquistado pela modalidade prova que o bacanal continua em alta. Mas, como toda fantasia, espera por ser realizada. Pedro Sanches*, 24 anos, lamenta. "Adoraria transar com duas ou mais mulheres ao mesmo tempo, só que nunca tive a oportunidade. É o meu sonho, e espero realizá-lo antes de me casar", exagera. Para Pedro*, a preferência tem um motivo bem simples. "O corpo feminino, com todas as suas curvas, é a segunda coisa mais bonita que Deus criou. A primeira são dois deles. Se lambendo, se beijando e se tocando. Fora a vantagem de comer uma enquanto a outra me lambe, o que é fisicamente impossível com uma mulher só", descreve. Vai entender...

    Seios hipnóticos


    Em último lugar, mas nem por isso menos importantes, estão os seios. Tão desejados, porém esquecidos em meio às tradicionais vias de acesso. As descrições masculinas sobre como tratar desta parta da anatomia feminina foram ricas, variando do "chupar os seios dela" ao "fazer uma espanhola". Jonas Galvez dá voz aos aficionados: "Mamar nos seios e mordiscar os mamilos é essencial. Muitas mulheres ficam com vergonha, mas no fundo adoram. Deixem a gente brincar com eles! Fazer isso enquanto a masturbo com as mãos, então, é atividade para horas", descreve.

    Mesmo seguindo opiniões masculinas, todas as preferências citadas podem ser maravilhosas para nós, mulheres. A única condição é ter vontade. "É interessante que a mulher saiba das fantasias masculinas. Só assim poderá fazer bom uso delas. Mas não basta realizar as dele, precisa também ensiná-lo o que lhe dá prazer, expondo suas fantasias", afirma a sexóloga Glene Faria. E aí, deu vontade? Pegue-o de jeito, e mãos à obra

    Refletindo sobre términos amorosos

    No dia 24 de abril de 2004, a artista plástica francesa Sophie Calle recebeu por e-mail uma carta de rompimento. A mensagem enviada por seu namorado foi bastante prolixa, e poderia ser sintetizada de forma simples: "não quero mais te namorar". Ao longo do texto, o namorado de Sophie fez a ela muitos elogios, e terminou o texto escrevendo um singelo "cuide de você". A expressão em português pode parecer errada, já que o correto seria "cuide-se" mas quando escrevemos "cuide de você", tradução literal do francês "prenez soin de vous", tem-se a impressão que a pessoa nos mandou tomar conta de nossas vidas. Vá cuidar de sua vida! Não é um amor?
    Ouvir ou ler este tipo de coisa não é algo fácil para a maioria das pessoas. Eu acredito nisso, muito embora me pareça que a tal da dor do término muita vezes venha a ser piorada pela parte que sofreu a rejeição. Quando estamos apaixonados, pode ser difícil perceber que a outra pessoa não está mais interessada em nós. É dito que para bom entendedor, meia palavra basta. Mas como a paixão meio que nos emburrece, às vezes precisamos de textos bem explicadinhos. Não adianta simplesmente sumir ou esfriar. Nos términos amorosos, é preciso - e de bom tom - saber se explicar.
    Será que existe uma maneira "correta" de terminar um relacionamento? Por um lado, há os que criticam términos feitos por telefone, cartas ou por mensagens eletrônicas. O argumento sempre me pareceu razoável: se namoro com uma pessoa e ela por um tempo foi importante em minha vida, o mínimo que se pode fazer é conversar frente a frente. Mandar um e-mail, como fez o namorado de Sophie, soa algo covarde. Por outro lado, há pessoas que simplesmente não entendem e não aceitam a ruptura e se comportam como loucas, fazem escândalo, ameaçam se atirar do alto da Torre Eiffel num espasmo de suicídio chique e outros comportamentos mais condizentes com um filme tragicômico. Note: chorar é normal, demonstrar tristeza, ou mesmo eventualmente raiva é totalmente normal, mas se portar com selvageria quando diante do "adeus" alheio justifica perfeitamente que algumas pessoas se despeçam por meio de cartas e e-mails, não as culpo. Deste modo, creio que seria perigoso julgar como "covarde" quem termina um relacionamento por carta - sabe-se lá, afinal de contas, com quem esta pessoa namora!
    Mas voltemos ao caso de Sophie Calle. Um tanto quanto pasma com o término por e-mail (considere, caro leitor, que Sophie é uma mulher adulta, inteligente e razoável), ela não soube o que responder. A questão é: haveria o que responder? Prolongar a despedida pode ser mais doloroso do que a própria despedida. Sophie então resolveu sublimar sua perda, convertendo-a em arte, sua especialidade. Deu a carta para que 107 seres do sexo feminino (incluindo aí uma macaca e uma papagaia) a lessem e dessem seu parecer particular sobre ela. 107 olhares sobre um mesmo texto. Bem, nem é preciso dizer que a papagaia comeu a carta, e a macaca a utilizou conforme bem entendeu. As outras 105 fêmeas, humanas que eram, deram variados tratamentos à carta de despedida. A maior parte das respostas e reações destas mulheres pode ser vista na exposição "Cuide de Você", aberta ao público no MAM, no Rio de Janeiro, até o dia 21 de fevereiro.
    Alguns acharam que a exposição era uma forma sutil de vingança. Da minha parte, vejo diferente: Sophie Calle fez surgir beleza de uma situação de dor. Quantas pessoas são capazes disso? A acusação de vingança cai por terra se considerarmos que Sophie não identificou o nome de seu ex-namorado na exposição (ele mesmo se revelou posteriormente, mas isso é outra história). Nem todo mundo é um artista plástico do calibre de Sophie Calle, mas muitos de nós são perfeitamente capazes de usar os recursos que possuem para fazer uma limonada a partir de alguns limões azedos. No final das contas, vale ter em mente que separações acontecem o tempo todo, e que o mundo não deixa de girar por conta disso...
    Aos curiosos, eis a carta que Sophie Calle recebeu: Sophie,
    Há algum tempo venho querendo lhe escrever e responder ao seu último e-mail. Ao mesmo tempo, me pareceria melhor conversar com você e dizer o que tenho a dizer de viva voz. Mas pelo menos será por escrito.
    Como você pôde ver, não tenho estado bem ultimamente. É como se não me reconhecesse na minha própria existência . Uma espécie de angústia terrível, contra a qual não posso fazer grande coisa, senão seguir adiante para tentar superá-la, como sempre fiz. Quando nos conhecemos, você impôs uma condição: não ser a "quarta". Eu mantive o meu compromisso: há meses deixei de ver as "outras", não achando obviamente um meio de vê-las, sem fazer de você uma delas.
    Achei que isso bastasse; achei que amar você e o seu amor seriam suficientes para que a angústia que me faz sempre querer buscar outros horizontes e me impede de ser tranquilo e, sem dúvida, de ser simplesmente feliz e "generoso", se aquietasse com o seu contato e na certeza de que o amor que você tem por mim foi o mais benéfico para mim, o mais benéfico que jamais tive, você sabe disso. Achei que a escrita seria um remédio, que meu "desassossego" se dissolveria nela para encontrar você.
    Mas não. Estou pior ainda; não tenho condições sequer de lhe explicar o estado em que me encontro. Então, esta semana, comecei a procurar as "outras". E sei bem o que isso significa para mim e em que tipo de ciclo estou entrando. Jamais menti para você e não é agora que vou começar.
    Houve uma outra regra que você impôs no início de nossa história: no dia em que deixássemos de ser amantes, seria inconcebível para você me ver novamente. Você sabe que essa imposição me parece desastrosa, injusta (já que você ainda vê B., R.,?) e compreensível (obviamente?); com isso, jamais poderia me tornar seu amigo.
    Mas hoje, você pode avaliar a importância da minha decisão, uma vez que estou disposto a me curvar diante da sua vontade, pois deixar de ver você e de falar com você, de apreender o seu olhar sobre as coisas e os seres e a doçura com a qual você me trata são coisas das quais sentirei uma saudade infinita. Aconteça o que acontecer, saiba que nunca deixarei de amar você da maneira que sempre amei desde que nos conhecemos, e esse amor se estenderá em mim e, tenho certeza, jamais morrerá.
    Mas hoje, seria a pior das farsas manter uma situação que você sabe tão bem quanto eu ter se tornado irremediável, mesmo com todo o amor que sentimos um pelo outro. E é justamente esse amor que me obriga a ser honesto com você mais uma vez, como última prova do que houve entre nós e que permanecerá único.
    Gostaria que as coisas tivessem tomado um rumo diferente.
    Cuide de você.

    sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

    PROFESSOR USP FALA DO ORKUT

    Texto de autoria de Marco André Vizzortti

    Professor de Informática da USP
    Dêem uma pausa e reflitam sobre a verdade do que está escrito abaixo.

    O ORKUT apareceu como uma forma de contatar amigos, saber notícias de quem está distante e mandar recados.


    Hoje está sendo utilizado com o propósito de, creio ser o seu maior trunfo, obter informações sobre uma classe privilegiada da população brasileira.

    Por que será que só no Brasil teve a repercussão que teve?

    Outras culturas hesitam em participar sua vida e dados de intimidade, de forma tão irresponsável e leviana..

    Por acaso você já recebeu um telefonema que informava que seus filhos estavam sendo seqüestrados?

    Sua mãe idosa já foi seguida por uma quadrilha de malandros ?

    Já te abordaram num barzinho, dizendo que te conheciam faz tempo?

    Já foi a festas armadas para reencontrar os amigos de 30 anos atrás e não viu ninguém?

    Pois é.. Ta tudo lá.
    No ORKUT.

    Com cinco minutos de navegação
    eu sei que quantos filhos você tem, ou se não tem,
    se tem namorado/a ,
    sei que estuda no colégio tal, ou que trabalha em tal lugar,
    sei que freqüenta tais cinemas, tais bares, tais festas ....
    sei nome de familiares, sei nome de amigos;
    sei sei sei !

    E o melhor de tudo, com uma foto na mão!
    Identifico seu rosto em meio a multidões, na porta do seu trabalho, no meio da rua.
    Afinal, já sei onde você está.
    É só ler os seus recadinhos.

    Faço um pedido:

    Quem quiser se expor assim, faça-o de forma consciente e depois não lamente, nem se desespere, caso seja vítima de uma armação.
    Mas poupe seus filhos, poupe sua vida Íntima.

    O bandido te ligou pra te extorquir dinheiro também porque você deixou..
    A foto dos meninos estava lá.. Teu local de trabalho tava lá.
    A foto do hotel 5 estrelas na praia tava lá.
    A foto da moto que está na garagem estava lá.

    Realmente somos um povo muito inocente e deslumbrado.

    Por enquanto, temos ouvido falar de ameaças a crianças e idosos.
    Até que um dia a ameaça será fato real. Tarde demais.
    Se você me entendeu, ótimo!

    Reveja sua participação no ORKUT, ou ao menos suprima as fotos e imagens de seus filhos menores e parentes que não merecem passar por situações de risco que você os coloca.
    Oriente seus filhos a esse respeito ,pois colocam dados deles e da família sem pensar em consequências,fazem isso pelo desejo de participar, mas não sabem ou não pensam no perigo de se dar dados pessoais e da família para que qalquer pessoa veja.

    Se acha que não tenho razão, deve se achar invulnerável.

    Informo que pessoas muito próximas a mim e queridas já passaram por dramas gratuitos, sem perceber que tinham sido vítimas da própria imprudência.

    A falta de malícia para a vida nos induz a correr riscos desnecessários..
    Não só de Orkut vive a maioria dos internautas.

    Temos uma infinidade de portas abertas e que por um descuido colocamos uma informação que pode nos prejudicar.

    Disponibilizar informações a nosso respeito pode se tornar perigoso ou desagradável.
    Portanto, cuidado ao colocar certas informações na Internet.
    Não conhecemos a pessoa ou as pessoas que estão do outro lado da rede.
    O papo pode ser muito bom, legal.
    PS:
    Passe a todos que você conhece e que utiliza o Orkut, 1Grau, Gazzag, NetQI, Blogs, Flogs, etc..... para que todos tenhamos consciência sobre o assunto e possamos colaborar com a diminuição do crime.

    Um abraço,
    Marco André Vizzortti
    Professor de Informática da USP
    (Universidade de São Paulo)
    *********************
    ATENÇÃO ESTA CAMPANHA
    É MUITO IMPORTANTE PARA SUA SEGURANÇA E DE SEUS FAMLIARES