Cuidado com as palavras
Cuidado com as palavras
Tenha atenção para não falar demais ou acreditar em tudo o que ouvir, pois isso poderia fazer com que você se arrependesse depois. A semana pede que você fique bem esperto! Veja por quê:
Entre os dias 27 de julho e 4 de agosto o planeta Mercúrio, que rege a mente, todas as formas de comunicação e as relações com amigos, conhecidos e colegas de trabalho, entra em um estado cósmico mais difícil com Júpiter e Netuno, podendo criar alguns probleminhas de compreensão ou enganos mais sérios.
Quando isso ocorre, das duas uma: ou você fica mais suscetível a acreditar em tudo o que lhe disserem, ou demonstra uma incapacidade para se convencer de que esteja errado, ainda que vários indícios apontem para isso. Um trânsito astrológico assim pede que você tenha os pés no chão para que, depois, não venha a se decepcionar.
Como andam seus relacionamentos? Comente na rede social do Bolsa de Mulher! Entre em: http://minha.bolsademulher.com/
Cuidado com as suas próprias promessas, pois será que você terá condições de cumprir mesmo aquilo que garantiu à outra pessoa? O mesmo vale para quem lhe afirmou que iria, com certeza, agir de determinada maneira.
É preciso ficar de olho em relação a qualquer situação confusa ou não muito clara, tendo atenção redobrada. Pessoas de má-fé e aproveitadores arriscam golpes mais ousados e, se você entrar na deles, provavelmente sairá lesado.
Cheque muito bem qualquer notícia que esteja sendo ventilada, para que não seja vítima de um boato ou informação que não procede. Mercúrio, quando em dissonância com Júpiter e Netuno, aumenta consideravelmente a propensão para as pessoas fazerem fofocas e bisbilhotarem a vida alheia de forma fútil e sem o devido respeito pelos outros.
Uma imagem interessante para dias assim é aquela brincadeira do telefone sem fio: uma pessoa diz uma coisa para a outra e, ao final da cadeia de ouvintes e repetidores, aquela mensagem já ganhou uma conotação totalmente diferente.
Procure retirar o conteúdo emocional das suas conclusões e analisar os fatos friamente, pois a razão e a lógica costumam ficar em segundo plano em períodos assim.
Outra característica típica de um período astrológico como esse é uma sensação de preguiça ou apatia. Bebidas alcoólicas e excessos alimentares precisam ser mantidos bem longe de você, para que não façam estragos à saúde ou à razão. Evite fugir da realidade ou qualquer outra forma de escapismo, procurando ter maior disciplina no dia a dia e perseguindo os seus objetivos com disposição e determinação ainda maiores.
Pessoas com problemas de depressão ou que estejam sofrendo por algum motivo precisam se cuidar melhor, porque a chance de que caiam numa teia emocional mais densa e profunda poderá levá-las a uma maré de instabilidade mais difícil de se lidar. É preciso não fazer as coisas e as situações maiores do que já são.
Ainda assim, Mercúrio em oposição a Júpiter e Netuno pode ser canalizado de maneira criativa, como nas artes, por exemplo. Para escritores de todas as áreas, a inspiração terá a capacidade de levá-los a imagens e palavras mais imaginativas. A meditação ou as técnicas de regressão podem ser empregadas de forma eficiente, pois a mente atinge estágios mais profundos. Remédios homeopáticos e terapias holísticas encontram pacientes mais abertos para responderem a seus efeitos sutis.
No mais, é ter atenção para que você não veja um arco-íris ou uma tempestade em que, na verdade, o que existe são situações que não refletem uma coisa e nem outra. Seja prático, mentalmente firme sem ser teimoso, e não enxergue a vida como um conto de fadas. Em vez de ficar se distraindo com tudo o que acontece lá fora, o que você precisa é desenvolver a sabedoria interior.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Danilo Gentili escreveu......
As pessoas que separam cachorros por raças fazem isso porque acreditam que uma raça vale mais que a outra. Eles acreditam mesmo nisso. Ganham dinheiro com isso. Movimentam um mercado. Dividir uma espécie por raças nada mais é do que racismo.
Sinceramente acredito que todo cachorro é cachorro e que toda pessoa é pessoa. E dentro disso não entendo como alguém que morde seu sapato, encoxa sua perna e caga no seu tapete pode ser considerado o melhor amigo do homem.
Se você me disser que é da raça negra preciso dizer que você tambem é racista, pois, assim como os criadores de cachorros, acredita que somos separados por raças. E se acredita nisso vai ter que confessar que uma raça é melhor ou pior que a outra. Pois se todas raças são iguais então a divisão por raça é estúpida e desnecessária. Pra que perder tempo separando algo se no fundo dá tudo no mesmo?
Quem propagou a idéia que "negro" é uma raça foram os escravistas. Eles usaram isso como desculpa para vender os pretos como escravos: "Podemos trata-los como animais, afinal eles são de uma outra raça que não é a nossa. Eles são da raça negra". Então quando vejo um cara dizendo que tem orgulho em ser da raça negra eu juro que nem me passa pela cabeça chama-lo de macaco. E sim de burro.
Falando em burro, cresci ouvindo que eu sou uma girafa. E também cresci chamando um dos meus melhores amigos de elefante. Já ouvi muita gente chamar loira caucasiana de burra, gay de viado e ruivo de salsicha, que nada mais é do que ser chamado de restos de porco e boi misturados.
Mas se alguém chama um preto de macaco é crucificado. E isso pra mim não faz sentido. Qual o preconceito com o macaco? Imagina no zoológico como o macaco não deve se sentir triste quando ouve os outros animais comentando:
- O macaco é o pior de todos. Quando um humano se xinga de burro ou elefante dão risada. Mas quando xingam de macaco vão presos. Ser macaco é uma coisa terrível. Graças a Deus não somos macacos.
Prefiro ser chamado de macaco do que de girafa. Peça para um cientista fazer um teste de Q.I. com uma girafa e com um macaco. Veja quem tira a maior nota.
Quando queremos muito ofender e atacar alguém, por motivos desconhecidos, não xingamos diretamente a pessoa e sim a mãe dela. Posso afirmar aqui então que Darwin foi o maior racista da história por dizer que eu vim do macaco?
Se o assunto é cor eu defendo a idéia que o mundo é uma caixa de lápis coloridos. Somos os lápis dessa caixa. Um lápis é menos lápis que o outro só porque a cor é diferente? Eu desenho desde criança, então acredite em mim: Não mesmo. Todas essas cores são de igual importância. Ok. Ok. Foi uma comparação idiota. Confesso. Os lápis são todos do mesmo tamanho na caixa. E no mundo real o lápis preto é bem maior que o amarelo.
Mas o que quero dizer é que na verdade não sei qual o problema em chamar um preto de preto. Esse é o nome da cor não é? Eu sou um ser humano da cor branca. O japonês da cor amarela. O índio da cor vermelha. O africano da cor preta. Se querem igualdade deveriam assumir o termo "preto" pois esse é o nome da cor. Não fica destoante isso: "Branco, Amarelo, Vermelho, Negro"?. O Darth Vader pra mim é negro. Mas o Bill Cosby, Richard Pryor e Eddie Murphy que inspiram meu trabalho não. Mas se gostam tanto assim do termo negro, ok, eu uso, não vejo problemas. No fim das contas é só uma palavra. E embora o dicionário seja um dos livros mais vendidos do mundo, penso que palavras não definem muitas coisas e sim atitudes.
Digo isso porque a patrulha do politicamente correto é tão imbecil e superficial que tenho absoluta certeza que serei censurado se um dia escutarem eu dizer: "E aí seu PRETO, senta aqui e toma uma comigo!". Porém, se eu usar o tom correto e a postura certa ao dizer "Desculpe meu querido, mas já que é um afro-descendente é melhor evitar sentar aqui. Mas eu arrumo uma outra mesa muito mais bonita pra você!" sei que receberei elogios dessas mesmas pessoas, afinal eu usei os termos politicamentes corretos e não a palavra "preto" ou "macaco", que são palavras tão horríveis.
Os politicamentes corretos acham que são como o Superman, o cara dotado de dons superiores, que vai defender os fracos, oprimidos e impotentes. E acredite. Isso é racismo, pois transmite a idéia de superioridade que essas pessoas sentem de si em relação aos seus "defendidos".
Agora peço que não sejam racistas comigo por favor. Nao é só porque eu sou branco que eu escravizei um preto. Eu juro que nunca fiz nada parecido com isso nem mesmo em pensamento. Não tenham esse preconceito comigo. Na verdade sou ítalo-descente. Italianos não escravizaram africanos no Brasil. Vieram pra cá e assim como os pretos trabalharam na lavoura. A diferença é que Escrava Isaura fez mais sucesso que Terra Nostra.
Ok. O que acabei de dizer foi uma piada de mal gosto porque eu não disse nela como os pretos sofreram mais que os italianos. Ok. Eu sei que os negros sofreram mais que qualquer raça no Brasil. Foram chicoteados. Torturados. Foi algo tão desumano que só um ser humano seria capaz de fazer igual. Brancos caçaram negros como animais. Mas também os compraram de outros negros. Sim. Ser dono de escravo nunca foi privilégio caucasiano e sim da sociedade dominante. Na África, uma tribo vencedora escravizava a outra e as vendia para os brancos sujos.
Lembra que eu disse que era ítalo-descendente? Então. Os italianos podem nunca terem escravizados os pretos, mas os romanos escravizaram os judeus. E eles já se vingaram de mim com juros e correção monetária, pois já fui escravo durante anos de um carnê das Casas Bahia.
Se é engraçado piada de gay e gordo, porque não é a de preto? Porque foram escravos no passado hoje são café-com-leite no mundo do humor? É isso? Eu posso fazer a piada com gay só porque seus ancestrais nunca foram escravos? Pense bem, talvez o gay na infância também tenha sofrido abusos de alguém mais velho com o chicote.
Se você acha que vai impor respeito me obrigando a usar o termo "negro" ou "afro-descendente", tudo bem, eu posso fazer isso só pra agradar. Na minha cabeça você será apenas preto e eu branco, da mesma raça, a raça humana. E você nunca me verá por aí com uma camiseta escrita "100% humano", pois não tenho orgulho nenhum de ser dessa raça que discute coisas idiotas de uma forma superficial e discrimina o próprio irmão
Sinceramente acredito que todo cachorro é cachorro e que toda pessoa é pessoa. E dentro disso não entendo como alguém que morde seu sapato, encoxa sua perna e caga no seu tapete pode ser considerado o melhor amigo do homem.
Se você me disser que é da raça negra preciso dizer que você tambem é racista, pois, assim como os criadores de cachorros, acredita que somos separados por raças. E se acredita nisso vai ter que confessar que uma raça é melhor ou pior que a outra. Pois se todas raças são iguais então a divisão por raça é estúpida e desnecessária. Pra que perder tempo separando algo se no fundo dá tudo no mesmo?
Quem propagou a idéia que "negro" é uma raça foram os escravistas. Eles usaram isso como desculpa para vender os pretos como escravos: "Podemos trata-los como animais, afinal eles são de uma outra raça que não é a nossa. Eles são da raça negra". Então quando vejo um cara dizendo que tem orgulho em ser da raça negra eu juro que nem me passa pela cabeça chama-lo de macaco. E sim de burro.
Falando em burro, cresci ouvindo que eu sou uma girafa. E também cresci chamando um dos meus melhores amigos de elefante. Já ouvi muita gente chamar loira caucasiana de burra, gay de viado e ruivo de salsicha, que nada mais é do que ser chamado de restos de porco e boi misturados.
Mas se alguém chama um preto de macaco é crucificado. E isso pra mim não faz sentido. Qual o preconceito com o macaco? Imagina no zoológico como o macaco não deve se sentir triste quando ouve os outros animais comentando:
- O macaco é o pior de todos. Quando um humano se xinga de burro ou elefante dão risada. Mas quando xingam de macaco vão presos. Ser macaco é uma coisa terrível. Graças a Deus não somos macacos.
Prefiro ser chamado de macaco do que de girafa. Peça para um cientista fazer um teste de Q.I. com uma girafa e com um macaco. Veja quem tira a maior nota.
Quando queremos muito ofender e atacar alguém, por motivos desconhecidos, não xingamos diretamente a pessoa e sim a mãe dela. Posso afirmar aqui então que Darwin foi o maior racista da história por dizer que eu vim do macaco?
Se o assunto é cor eu defendo a idéia que o mundo é uma caixa de lápis coloridos. Somos os lápis dessa caixa. Um lápis é menos lápis que o outro só porque a cor é diferente? Eu desenho desde criança, então acredite em mim: Não mesmo. Todas essas cores são de igual importância. Ok. Ok. Foi uma comparação idiota. Confesso. Os lápis são todos do mesmo tamanho na caixa. E no mundo real o lápis preto é bem maior que o amarelo.
Mas o que quero dizer é que na verdade não sei qual o problema em chamar um preto de preto. Esse é o nome da cor não é? Eu sou um ser humano da cor branca. O japonês da cor amarela. O índio da cor vermelha. O africano da cor preta. Se querem igualdade deveriam assumir o termo "preto" pois esse é o nome da cor. Não fica destoante isso: "Branco, Amarelo, Vermelho, Negro"?. O Darth Vader pra mim é negro. Mas o Bill Cosby, Richard Pryor e Eddie Murphy que inspiram meu trabalho não. Mas se gostam tanto assim do termo negro, ok, eu uso, não vejo problemas. No fim das contas é só uma palavra. E embora o dicionário seja um dos livros mais vendidos do mundo, penso que palavras não definem muitas coisas e sim atitudes.
Digo isso porque a patrulha do politicamente correto é tão imbecil e superficial que tenho absoluta certeza que serei censurado se um dia escutarem eu dizer: "E aí seu PRETO, senta aqui e toma uma comigo!". Porém, se eu usar o tom correto e a postura certa ao dizer "Desculpe meu querido, mas já que é um afro-descendente é melhor evitar sentar aqui. Mas eu arrumo uma outra mesa muito mais bonita pra você!" sei que receberei elogios dessas mesmas pessoas, afinal eu usei os termos politicamentes corretos e não a palavra "preto" ou "macaco", que são palavras tão horríveis.
Os politicamentes corretos acham que são como o Superman, o cara dotado de dons superiores, que vai defender os fracos, oprimidos e impotentes. E acredite. Isso é racismo, pois transmite a idéia de superioridade que essas pessoas sentem de si em relação aos seus "defendidos".
Agora peço que não sejam racistas comigo por favor. Nao é só porque eu sou branco que eu escravizei um preto. Eu juro que nunca fiz nada parecido com isso nem mesmo em pensamento. Não tenham esse preconceito comigo. Na verdade sou ítalo-descente. Italianos não escravizaram africanos no Brasil. Vieram pra cá e assim como os pretos trabalharam na lavoura. A diferença é que Escrava Isaura fez mais sucesso que Terra Nostra.
Ok. O que acabei de dizer foi uma piada de mal gosto porque eu não disse nela como os pretos sofreram mais que os italianos. Ok. Eu sei que os negros sofreram mais que qualquer raça no Brasil. Foram chicoteados. Torturados. Foi algo tão desumano que só um ser humano seria capaz de fazer igual. Brancos caçaram negros como animais. Mas também os compraram de outros negros. Sim. Ser dono de escravo nunca foi privilégio caucasiano e sim da sociedade dominante. Na África, uma tribo vencedora escravizava a outra e as vendia para os brancos sujos.
Lembra que eu disse que era ítalo-descendente? Então. Os italianos podem nunca terem escravizados os pretos, mas os romanos escravizaram os judeus. E eles já se vingaram de mim com juros e correção monetária, pois já fui escravo durante anos de um carnê das Casas Bahia.
Se é engraçado piada de gay e gordo, porque não é a de preto? Porque foram escravos no passado hoje são café-com-leite no mundo do humor? É isso? Eu posso fazer a piada com gay só porque seus ancestrais nunca foram escravos? Pense bem, talvez o gay na infância também tenha sofrido abusos de alguém mais velho com o chicote.
Se você acha que vai impor respeito me obrigando a usar o termo "negro" ou "afro-descendente", tudo bem, eu posso fazer isso só pra agradar. Na minha cabeça você será apenas preto e eu branco, da mesma raça, a raça humana. E você nunca me verá por aí com uma camiseta escrita "100% humano", pois não tenho orgulho nenhum de ser dessa raça que discute coisas idiotas de uma forma superficial e discrimina o próprio irmão
terça-feira, 28 de julho de 2009
NÃO DEIXE QUE PEQUENAS DERROTAS O ABALEM...
NÃO DEIXE QUE PEQUENAS DERROTAS O ABALEM.....
Pequenas derrotas são como flechadas em nosso calcanhar, ferindo-nos insistentemente em nossos pontos fracos. Se descuidarmos, quando menos esperamos, elas minam a nossa energia e comprometem a nossa vida. Muitas vezes, acabamos por nos abalar por inteiro, em função disso.
Certa vez ouvi uma frase, atribuída na Internet a Fernando Pessoa, que diz: “Pedras no caminho? Guardo-as todas. Um dia vou construir um castelo.” É assim que devemos encarar nossas pequenas derrotas: como pedras para construir um castelo.
Essas “pedras” no caminho calejam nossos pés e nos deixam mais fortes para as grandes conquistas.
Sempre que algo alfinetar o seu pé, em vez de reclamar, use isso como lição para os eu fortalecimento e para preparar-se para uma conquista maior.
Pequenas derrotas são como flechadas em nosso calcanhar, ferindo-nos insistentemente em nossos pontos fracos. Se descuidarmos, quando menos esperamos, elas minam a nossa energia e comprometem a nossa vida. Muitas vezes, acabamos por nos abalar por inteiro, em função disso.
Certa vez ouvi uma frase, atribuída na Internet a Fernando Pessoa, que diz: “Pedras no caminho? Guardo-as todas. Um dia vou construir um castelo.” É assim que devemos encarar nossas pequenas derrotas: como pedras para construir um castelo.
Essas “pedras” no caminho calejam nossos pés e nos deixam mais fortes para as grandes conquistas.
Sempre que algo alfinetar o seu pé, em vez de reclamar, use isso como lição para os eu fortalecimento e para preparar-se para uma conquista maior.
Tesão é tesão. Amor é outra coisa….
Ninguém nunca disse que se relacionar é fácil, que existe a fórmula milagrosa para fazer cada pecinha dessa engrenagem de dar nó na cabeça do maior dos geeks, funcionar. Aí surgem as revistas de fofocas com o segredo dos ‘famosos’ para saber como o relacionamento de 3 anos está dando SUUUUUUUPER certo. Aí vai um segredinho: só amar não basta!
Relacionamento de 3 anos os cambau! Relacionameno foi o dos meus avós, da minha mãe com meu padrasto, de algum raríssimos casais que vejo por aí… quer um exemplo melhor? Assista “Diário de uma paixão” e você vai ter uma noção do que eu falo. Vivemos na constante busca desse amor que nos supra, nos faça gozar zilhões de vezes e conserte todos nossos problemas; esperamos a salvação montada num cavalo branco e paramos muitas vezes no primeiro lençol de procedência sabe-lá-Deus-onde.
‘Sem tesão não rola’, ‘tem que alimentar o tesão’…. tá, tá, tá! Tesão é IMPORTANTÍSSIMO – não sou hipócrita e usufro bastante da sensação – mas que tal alimentar o carinho, o respeito, a admiração, as coisas mais simples? Quantas vezes você beija seu namorado/marido/amante naquele beijos dos primeiros dias, daqueles que acendem todo o resto do seu corpo ou daqueles que acariciam e acaletam, que dão prazer só pelo toque úmido dos lábios e a mais deliciosa nojeira troca de cuspes? Mas o sexo continua firme é forte…
Idos de 2007 li um estudo de uma psicóloga, cuja a santa é da minha família, que concluía o seguinte: um dos primeiros sinais de que o relacionamento anda mal é ausência do beijo. Só não me matei de rir na frente dela pois adoro a primitcha. Pensei comigo mesma: ‘puta doida, só poderia ter estudado Psicologia mesmo…”. Difícil foi dar razão à moça… foram meses amargando o dissabor, a vontade de receber um beijo – já estava farta de ir atrás deles! Desde então, tomei essa parcela da pesquisa como verdade absoluta na minha vida.
E por experiência própria: tesão é tesão! Pegação, fudelança prazerosa all night long, rapidinhas sensacionais, são os buracos abaixo da linha da cintura que precisam ser preenchidos com dedos, línguas e paus. Se me aprofundar no psiqué aqui, posso dizer que é alma vazia, carência, problema de infância mal resolvido e afins, mas às vezes é só prazer pelo prazer… por favor, um brinde ao hedonismo!
Quando eu ainda tinha um P.A. achava o máximo quase nunca rolar beijo, eu estava ali por sexo. Quando já me descobri na paixonite pelo garoto – tá, é homem, mas ele sempre vai ser garoto porque eu me nego a envelhecer no papel também – morria de vontade de beijá-lo. Punha beijo onde desse para passar uma barata tridimensional, mas nunca, jamais, eu pedia um para ele. É engraçada essa comparação: tem dias que estou cozinhando e meu namorado chega e já peço um beijo, sem a menor vergonha. É tão natural…
O que me leva a mais louca das minhas conclusões: sim, beijo tem muito a ver com amor. Eu passo minutos inteiros e seguidos beijando o Preto antes de dormirmos e toda vez que não estamos em público, nos atracamos naqueles beijos onde me sinto a Vampira do X-men. E se falta logo já solto alguma brincadeira e como resposta escuto que eu estou carente. Pá puta né?
Namoro/casamento/morar junto… qualquer relacionamento levado a sério exige muito da gente, da nossa disposição, da nossa dedicação, da nossa entrega, do nosso auto-conhecimento, da nossa paciência, do nosso limite. São trocas e abnegações em busca sim desse amor que esperamos que nos faça melhores, não que nos salvem; que complemente, não que complete. Você precisa de tesão, de beijo, de abraço, de cafuné, de massagem, de risada, de colo, de conversa, de troca, de programas a dois, de tempo para vocês, de momentos com a turma, de momentos individuais, de balada, de respeito ao gosto do outro, de espaço, de compatibilidade, de força, de garra, de desarmamento, de confiança, de lealdade, de flertes inofensivos… porque estamos vivas também.
É preciso estar disposto a dar e receber tudo isso, não só fazer durar enquanto houver química. Porque aí não é amor, é tesão. E tesão é tesão e amor é outra coisa…
Relacionamento de 3 anos os cambau! Relacionameno foi o dos meus avós, da minha mãe com meu padrasto, de algum raríssimos casais que vejo por aí… quer um exemplo melhor? Assista “Diário de uma paixão” e você vai ter uma noção do que eu falo. Vivemos na constante busca desse amor que nos supra, nos faça gozar zilhões de vezes e conserte todos nossos problemas; esperamos a salvação montada num cavalo branco e paramos muitas vezes no primeiro lençol de procedência sabe-lá-Deus-onde.
‘Sem tesão não rola’, ‘tem que alimentar o tesão’…. tá, tá, tá! Tesão é IMPORTANTÍSSIMO – não sou hipócrita e usufro bastante da sensação – mas que tal alimentar o carinho, o respeito, a admiração, as coisas mais simples? Quantas vezes você beija seu namorado/marido/amante naquele beijos dos primeiros dias, daqueles que acendem todo o resto do seu corpo ou daqueles que acariciam e acaletam, que dão prazer só pelo toque úmido dos lábios e a mais deliciosa nojeira troca de cuspes? Mas o sexo continua firme é forte…
Idos de 2007 li um estudo de uma psicóloga, cuja a santa é da minha família, que concluía o seguinte: um dos primeiros sinais de que o relacionamento anda mal é ausência do beijo. Só não me matei de rir na frente dela pois adoro a primitcha. Pensei comigo mesma: ‘puta doida, só poderia ter estudado Psicologia mesmo…”. Difícil foi dar razão à moça… foram meses amargando o dissabor, a vontade de receber um beijo – já estava farta de ir atrás deles! Desde então, tomei essa parcela da pesquisa como verdade absoluta na minha vida.
E por experiência própria: tesão é tesão! Pegação, fudelança prazerosa all night long, rapidinhas sensacionais, são os buracos abaixo da linha da cintura que precisam ser preenchidos com dedos, línguas e paus. Se me aprofundar no psiqué aqui, posso dizer que é alma vazia, carência, problema de infância mal resolvido e afins, mas às vezes é só prazer pelo prazer… por favor, um brinde ao hedonismo!
Quando eu ainda tinha um P.A. achava o máximo quase nunca rolar beijo, eu estava ali por sexo. Quando já me descobri na paixonite pelo garoto – tá, é homem, mas ele sempre vai ser garoto porque eu me nego a envelhecer no papel também – morria de vontade de beijá-lo. Punha beijo onde desse para passar uma barata tridimensional, mas nunca, jamais, eu pedia um para ele. É engraçada essa comparação: tem dias que estou cozinhando e meu namorado chega e já peço um beijo, sem a menor vergonha. É tão natural…
O que me leva a mais louca das minhas conclusões: sim, beijo tem muito a ver com amor. Eu passo minutos inteiros e seguidos beijando o Preto antes de dormirmos e toda vez que não estamos em público, nos atracamos naqueles beijos onde me sinto a Vampira do X-men. E se falta logo já solto alguma brincadeira e como resposta escuto que eu estou carente. Pá puta né?
Namoro/casamento/morar junto… qualquer relacionamento levado a sério exige muito da gente, da nossa disposição, da nossa dedicação, da nossa entrega, do nosso auto-conhecimento, da nossa paciência, do nosso limite. São trocas e abnegações em busca sim desse amor que esperamos que nos faça melhores, não que nos salvem; que complemente, não que complete. Você precisa de tesão, de beijo, de abraço, de cafuné, de massagem, de risada, de colo, de conversa, de troca, de programas a dois, de tempo para vocês, de momentos com a turma, de momentos individuais, de balada, de respeito ao gosto do outro, de espaço, de compatibilidade, de força, de garra, de desarmamento, de confiança, de lealdade, de flertes inofensivos… porque estamos vivas também.
É preciso estar disposto a dar e receber tudo isso, não só fazer durar enquanto houver química. Porque aí não é amor, é tesão. E tesão é tesão e amor é outra coisa…
O amargor dos segredos
No meu ponto de vista, segredo é um dos maiores mistérios da humanindade. Todo mundo tem um, guarda um, guarda o do outro ou quer saber de um, Às vezes não guarda, mas mesmo assim fica sabendo. E aí quando se espalha… é aquela fofocagem, boataria que passa de ouvido ao outro cada vez maior, mais intrigante, mais surpreendente.
E ao mesmo tempo é angustiante: se o segredo é algo muitas vezes inconfessável você se pega pensando no que fazer com a informação; se é algo importante demais na vida de outra pessoa, você tenta ajudá-la sem saber como e como disfarçar isso. Uma faca de dois gumes, nesse caso.
Às vezes é aquele segredo que faz bem para você, para seu ego: aquela transa maravilhosa que você guarda só para si, aquele Jimmy Choo parcelado em 70 vezes, mas que é seu. Aquele olhar ‘arranca-roupa’ num dia que você estava meio para baixo, mas que seu marido mega ciumento nem pode desconfiar ou até mesmo um ex pelo qual você sofreu horrores te confessando (via MSN, e-mail) que você fez diferença na vida dele. Enfim, coisas dessa estirpe.
Mas o lado ruim dos segredos são os dos seus próprios, daqueles que só você sabe e que não confessa a ninguém pois reluta em consenti-lo, se nega a acreditar que possa ser verdade. E por vergonha, medo que se materialize, guarda só para você. Vez ou outra, durante surtos pseudo esquizofrênicos, sai a tagarelar com plantas, flores, bichos de pelúcia ou a fumaça do cigarro para ver se aquele nó, se aquela ardência que vive a trafegar pela boca do estômago, garganta, peito, córneas, desaparece, alivia ou te larga de vez.
É aquele segredo que embola no meio da garganta e você não sabe o que fazer com ele: se o vomita e põe tudo que conquistou a perder, se o engole junto com as verdades que te assombrarão por mais tempo que deveriam, se o leva para o túmulo quando morrer. Ou se vai vivendo um dia atrás do outro, jogando para o fundo do baú que é seu cerébro, tentando ficar menos quieta, menos incomodada, até parar de doer.
E enquanto não se descobre o que fazer, vai chorando sozinha esse amargor. No meu ponto de vista.
E ao mesmo tempo é angustiante: se o segredo é algo muitas vezes inconfessável você se pega pensando no que fazer com a informação; se é algo importante demais na vida de outra pessoa, você tenta ajudá-la sem saber como e como disfarçar isso. Uma faca de dois gumes, nesse caso.
Às vezes é aquele segredo que faz bem para você, para seu ego: aquela transa maravilhosa que você guarda só para si, aquele Jimmy Choo parcelado em 70 vezes, mas que é seu. Aquele olhar ‘arranca-roupa’ num dia que você estava meio para baixo, mas que seu marido mega ciumento nem pode desconfiar ou até mesmo um ex pelo qual você sofreu horrores te confessando (via MSN, e-mail) que você fez diferença na vida dele. Enfim, coisas dessa estirpe.
Mas o lado ruim dos segredos são os dos seus próprios, daqueles que só você sabe e que não confessa a ninguém pois reluta em consenti-lo, se nega a acreditar que possa ser verdade. E por vergonha, medo que se materialize, guarda só para você. Vez ou outra, durante surtos pseudo esquizofrênicos, sai a tagarelar com plantas, flores, bichos de pelúcia ou a fumaça do cigarro para ver se aquele nó, se aquela ardência que vive a trafegar pela boca do estômago, garganta, peito, córneas, desaparece, alivia ou te larga de vez.
É aquele segredo que embola no meio da garganta e você não sabe o que fazer com ele: se o vomita e põe tudo que conquistou a perder, se o engole junto com as verdades que te assombrarão por mais tempo que deveriam, se o leva para o túmulo quando morrer. Ou se vai vivendo um dia atrás do outro, jogando para o fundo do baú que é seu cerébro, tentando ficar menos quieta, menos incomodada, até parar de doer.
E enquanto não se descobre o que fazer, vai chorando sozinha esse amargor. No meu ponto de vista.
Vinho tinto aumenta libido feminina..
... diz estudo
Uma pesquisa de uma universidade italiana afirma que o consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina.
O estudo da Universidade de Florença foi feito com 798 mulheres italianas entre 18 e 50 anos na região de Chianti, na Toscana.
Pesquisa de uma universidade italiana afirma que o consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina
Elas foram classificadas em três grupos conforme o hábito diário de consumo de vinho: as que consomem entre uma ou duas taças de vinho, as que não consomem vinho e as que bebem mais de duas taças.
As mulheres --todas consideradas sexualmente saudáveis-- responderam questionários com 19 perguntas sobre sexualidade. Os questionários medem o índice FSFI (Female Sexual Function Index, em inglês), uma medida usada em outros estudos científicos sobre sexualidade feminina.
O grupo que apresentou os maiores índices de desejo sexual, de acordo com as respostas dos questionários, foram as mulheres que consomem uma ou duas taças de vinho por dia.
Os pesquisadores do estudo fazem duas ressalvas sobre o estudo. "Nenhuma diferença significativa foi encontrada entre os grupos em relação à incitação, satisfação, dor e orgasmo", afirmam os cientistas no artigo publicado na revista científica Journal of Sexual Medicine.
"Enquanto este resultado precisa ser interpretado com cautela, devido ao pequeno número da amostragem [...] e pela falta de dados de exames de laboratório, ainda assim o estudo sugere potencialmente uma correlação entre o consumo de vinho tinto e melhor sexualidade."
Uma pesquisa de uma universidade italiana afirma que o consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina.
O estudo da Universidade de Florença foi feito com 798 mulheres italianas entre 18 e 50 anos na região de Chianti, na Toscana.
Pesquisa de uma universidade italiana afirma que o consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina
Elas foram classificadas em três grupos conforme o hábito diário de consumo de vinho: as que consomem entre uma ou duas taças de vinho, as que não consomem vinho e as que bebem mais de duas taças.
As mulheres --todas consideradas sexualmente saudáveis-- responderam questionários com 19 perguntas sobre sexualidade. Os questionários medem o índice FSFI (Female Sexual Function Index, em inglês), uma medida usada em outros estudos científicos sobre sexualidade feminina.
O grupo que apresentou os maiores índices de desejo sexual, de acordo com as respostas dos questionários, foram as mulheres que consomem uma ou duas taças de vinho por dia.
Os pesquisadores do estudo fazem duas ressalvas sobre o estudo. "Nenhuma diferença significativa foi encontrada entre os grupos em relação à incitação, satisfação, dor e orgasmo", afirmam os cientistas no artigo publicado na revista científica Journal of Sexual Medicine.
"Enquanto este resultado precisa ser interpretado com cautela, devido ao pequeno número da amostragem [...] e pela falta de dados de exames de laboratório, ainda assim o estudo sugere potencialmente uma correlação entre o consumo de vinho tinto e melhor sexualidade."
Greves constantes na Educação....
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por Ailton Avlis
...A omissão dos governos.O futuro de uma juventude comprometido.Professores mal pagos.
Sempre estudei em escola pública. Filho de um humilde barbeiro e de uma dona de casa, não tinha condições de ingressar em uma escola da rede particular. Nem eu nem meus irmãos.No entanto recordo-me que mesmo em governos militares a qualidade do ensino nas escolas públicas mostravam-se eficientes. Lembro-me dos meus irmãos mais velhos esmerando-se para passar no concurso de admissão,uma espécie de vestibular da época.Em minhas memórias imagens de professores satisfeitos. Acredito.Era a impressão de um adolescente.
As escolas privadas contávamos com os dedos. Marista, Guido. É do que me lembro.Hoje as escolas particulares proliferam.O sinal evidente do mercantilismo no setor.
Com o tempo o ensino público entrou em um processo de decadencia sem fim.A qualidade do ensino definhou; faltam professores, as estruturas para o trabalho dos docentes são inadequadas, o salário é, digamos, desesperador.
Os funcionários da Secretaria de Educação do Estado deram início a mais uma paralisação com prazo de duração. Os estudantes da rede estadual de ensino voltam a experimentar a sensação de que seus futuros estão comprometidos. Aos pais,impotentes,só resta esperar.Ou, mesmo sem poder,matricular seus filhos em uma escola particular.
Parece um filme visto inúmeras vezes.Já temos todas as cenas decoradas.Sabemos todos os passos e falas dos protagonistas.
Com tanto prejuízo contabilizado por uma juventude que enfrenta esses caos desmotivador, resta saber quem é o mocinho ou o bandido nessa trama.
por Ailton Avlis
...A omissão dos governos.O futuro de uma juventude comprometido.Professores mal pagos.
Sempre estudei em escola pública. Filho de um humilde barbeiro e de uma dona de casa, não tinha condições de ingressar em uma escola da rede particular. Nem eu nem meus irmãos.No entanto recordo-me que mesmo em governos militares a qualidade do ensino nas escolas públicas mostravam-se eficientes. Lembro-me dos meus irmãos mais velhos esmerando-se para passar no concurso de admissão,uma espécie de vestibular da época.Em minhas memórias imagens de professores satisfeitos. Acredito.Era a impressão de um adolescente.
As escolas privadas contávamos com os dedos. Marista, Guido. É do que me lembro.Hoje as escolas particulares proliferam.O sinal evidente do mercantilismo no setor.
Com o tempo o ensino público entrou em um processo de decadencia sem fim.A qualidade do ensino definhou; faltam professores, as estruturas para o trabalho dos docentes são inadequadas, o salário é, digamos, desesperador.
Os funcionários da Secretaria de Educação do Estado deram início a mais uma paralisação com prazo de duração. Os estudantes da rede estadual de ensino voltam a experimentar a sensação de que seus futuros estão comprometidos. Aos pais,impotentes,só resta esperar.Ou, mesmo sem poder,matricular seus filhos em uma escola particular.
Parece um filme visto inúmeras vezes.Já temos todas as cenas decoradas.Sabemos todos os passos e falas dos protagonistas.
Com tanto prejuízo contabilizado por uma juventude que enfrenta esses caos desmotivador, resta saber quem é o mocinho ou o bandido nessa trama.
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