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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Devoradoras de homens

Elas assumem o lado ninfomaníaco, mas também entram em crise. O que fazer?





Em uma visão bem sintética, o comportamento sexual da mulher tem basicamente dois pontos polêmicos: gerar prazer e questionamentos. A liberação sexual aferventou o primeiro tópico e abrandou o segundoa. Mas repreensões ainda imperam. Na teoria, a mulher é incentivada a se soltar e ir atrás do seu prazer. Aí, basta ter um comportamento um tantinho mais "dado" para receber uma saraivada de pixações públicas. Há quem não dê bola para isso e se entregue ao sexo de qualidade ou quantidade. São devoradoras de homens com muito orgulho - e coragem!


A professora de idiomas G. Torres é dessas que não está nem aí para as rotulações e julgamentos pelo seu comportamento sexual. Ela afirma que está distante do modelo feminino que necessita de envolvimento sentimental para ter despertado o desejo sexual. "Eu acho que sexo com paixão é uma coisa e sem paixão é outra, completamente diferente, tanto que nem comparo. Acho que preciso, sim, das duas coisas, uma vez que me satisfazem de formas diferentes", explica.

Por interpretar sua sexualidade dessa forma, a professora diz que não se sente usada ao conhecer alguém numa noite e terminá-la na cama. "Não deposito ali nenhuma expectativa de que o cara me ligue no dia seguinte ou que vá se apaixonar por mim. Estou ali para sentir prazer físico, sexo puro e simples. Mas tenho também meus parceiros fixos, com quem tenho algum outro envolvimento. Estou bastante satisfeita assim", diz G.

À moda antiga


Quem pensa que essa forma de encarar a sexualidade é coisa desse mundo moderno e liberal se engana. Na Roma Antiga, a imperatriz Messalina, esposa de Claudius I, foi padrão desse modelo. Ela dizia ter, além de um harém de escravos sexuais, o costume de se disfarçar e sair pela noite à procura de sexo pelas tavernas e ruas da cidade.


TESTE: VOCÊ É MACHISTA NA CAMA?


No século XVIII, mulheres mais "saidinhas", que falavam palavrão e mexiam seus corpos de maneira a exprimir seus "sentimentos libidinosos" eram taxadas de ninfomaníacas, o terror das famílias. Chegou-se a teorizar que os órgãos reprodutores dessas mulheres causavam doenças físicas e mentais. É claro que isso não faz o menor sentido, mas esse comportamento ainda traz muito autoquestionamento como confirma a advogada C. Cannizza. "Meu problema é que minha sede sexual é insaciável. Sou muito impulsiva. A questão é que saio por aí transando com os caras e, uma hora, por mais que aquilo me satisfaça, me sinto carente. Percebo minhas relações muito superficiais", avalia.

Sofrimento X Realização pessoal


A psicóloga Margareth Labate parte do ponto básico que diz que, quando nosso comportamento nos traz mais sofrimento do que realizações, é hora de rever estratégias. "Ter uma atividade sexual intensa e com uma variedade muito grande de parceiros e circunstâncias pode não ser muito saudável. Isso não é reprimir ninguém, pelo contrário, é despertar o raciocínio sobre que tipo de carência estamos tentando suprir com esse movimento. Há, provavelmente, um impulso de insegurança nesse comportamento", comenta ela.

Margareth acrescenta que isso pode denotar uma dificuldade de realização sexual. "A questão é que algumas mulheres fazem sexo pelo ato e não pela satisfação. A coisa se torna um problema a partir do momento em que ela não se sente bem fazendo sexo, mas mesmo assim não consegue parar e sua rotina cotidiana é alterada", considera. De toda maneira, o que importa mesmo é se sentir plena e satisfeita, sem agredir a si e nem a ninguém.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Vale a pena estar atento...

No último sábado, procurava um telefone público e encontrei apenas um, em frente ao estacionamento Soriana (Praça da Espanha). Estacionei alguns metros mais atrás e desci do carro. Quando estava falando, chegou um homem sem uma perna e com muletas. Me perguntou se podia ajudar a anotar um número e me deu o cartão com o número e um papel para anotar o telefone.

Com muito prazer para ajudar, peguei o papel e comecei a marcar o número. Então em poucos segundos comecei a me sentir mal, sentia que estava desmaiando. Acontecia algo de anormal; então corri para o carro e me fechei, ainda me sentindo enjoado. Tonto, tentei ligar o carro e afastei-me um pouco do local, estacionando mais a frente. Depois, não lembro de mais nada. Mais tarde despertei ainda bastante enjoado e com a cabeça como se ela estivesse estourando. Consegui chegar até minha casa e fui, imediatamente, para o hospital...

Após os exames de sangue, confirmou-se o que suspeitava. Era a droga que está na moda: a"Burundanga" ou escopolamina.


"Você teve sorte" - me disse o médico. "Não foi uma intoxicação, apenas uma reação à droga...Não quero nem imaginar o teria acontecido se seus dedos tivessem absorvido toda a droga ou ficassem em contato com ela por mais 30 segundos...." Com uma dose mais forte, uma pessoa pode ficar até oito dias "desligada deste mundo". Nunca tinha pensado que aquilo podia acontecer comigo! E foi tudo tão rápido.


Escrevo não para assustar, mas para alertar. Não se deixem surpreender!
O Médico do hospital (Dr. Raul Quesada) comentou que já são vários os casos como este e me falou dos mortos que são encontrados sem órgãos,
nos quais encontraram restos dessa droga nos dedos deles. Estão traficando órgãos com esta droga!!!!!!!!

Tenham cuidado e enviem a todos os familiares, amigos, vizinhos....Podem acabar salvar uma vida!

A escolopamina ou burundanga, usada também em medicina, provém da América do Sul e é a droga mais usada pelos criminosos (geralmente agem em 3) que escolhem suas vítimas. Ela atua em 2 minutos, faz
parar a atividade do cérebro e com isso os criminosos agem a vontade, fazendo o que querem com as vitimas: roubos, abusos, etc. E o pior:
ELA NÃO SE LEMBRARÁ DE NADA!!

Em doses maiores essa droga pode fazer a vítima entrar em coma e até levar à morte.
Pode ser utilizada em doces, papéis, num livro, ... ou ainda em um pano, que uma vez aberto, deixa escapar a droga em forma de gás....
Cuidado com pessoas que vem falar conosco como se nos conhecessem... especialmente nos pontos de ônibus... E não deixem estranhos entrarem em casa!!

Reenvie este alerta para todos os seus contactos. Não custa se prevenir; maldade existe em todos os lugares e cada dia que se passa os bandidos estão inventando algo diferente.. Vamos ficar alertas então.

Primeiro, você precisa saber o que quer!

Primeiro, você precisa saber o que quer!



Existe uma piadinha sobre um sujeito que entrou no elevador de um edifício e, ao ser questionado pelo ascensorista sobre para qual andar ele desejava ir, respondeu: - Para qualquer um, senhor. Já estou no prédio errado mesmo...

Ou seja, quando não sabemos onde estamos e nem para onde estamos indo, qualquer lugar serve! E por mais absurda que possa parecer essa analogia com o quanto algumas pessoas estão perdidas quando se trata de seus próprios desejos, pode acreditar que não é! Muitas vezes, o desejo é tão amplo e genérico que a pessoa não consegue fazer escolhas, não consegue se sentir satisfeita com nada do que vive e a impressão que tem, na maior parte do tempo, é a de que existe um buraco dentro dela que se torna cada dia maior e mais difícil de ser preenchido. Até faz novos contatos, conhece pessoas legais, inicia relacionamentos interessantes, experimenta momentos que lhe parecem bastante reais, mas... logo depois a sensação de que nada daquilo faz sentido retorna de forma ainda mais avassaladora.

Algumas vezes também acontece de estar vivenciando um encontro realmente especial, no qual ela se sente, enfim, parte de um todo que se encaixa, que finalmente lhe devolve aquela certeza de que depois da tempestade vem mesmo a bonança. No entanto, sem mais nem menos, de repente, é o outro que simplesmente se desencanta e vai embora. Ou pior do que isso: sem sequer dizer o motivo ou dar qualquer explicação a que todo ser humano pensante teria direito, desaparece feito nuvem. E de novo, mais uma vez, a pessoa é remetida àquele lugar infernal onde a única resposta é que tudo se escafedeu! Assim, ridiculamente assim.

Se você já passou por isso, sabe o quanto é péssimo esse período da existência em que a gente passa a ter medo de falar, de se expressar, de respirar errado, de ir rápido ou devagar demais. Enfim, passa a acreditar que não sabe o que fazer para não estragar tudo, ou não deixar as coisas piores do que já estão... Só que o problema é justamente esse: falta de posicionamento, de clareza, de percepção de seus recursos internos. Muito provavelmente, está faltando planejamento, uma rota detalhada que aponte o caminho pelo qual você realmente deseja seguir. E assim, perdido, você passa a entrar de prédio em prédio, de elevador em elevador, descendo em diversos andares, sem nunca encontrar a porta, a sua porta!

Para viver o amor que você deseja, as experiências que sempre quis e conseguir aproveitar o melhor da vida, você precisa, antes de mais nada, saber o que quer. Refletir, questionar-se, perceber-se, aprender a diferenciar o que são seus verdadeiros sentimentos e o que não passa de ecos gritantes de sua ansiedade é fundamental para desenhar o mapa que o levará até o seu tesouro mais precioso. Em vez de desperdiçar seus dias e suas flechas atirando para todos os lados, pare! Aquiete-se! Ouça seu coração, sua intuição. Olhe para os lados e vá descobrindo o que realmente faz sentido para você, o que realmente te faz feliz. O resto são apenas armadilhas. Mantenha-se atento e focado naquilo que quer e desvie dos perigos que, na maioria das vezes, são nossos próprios medos transformados em dificuldades.

E assim, sem se distrair, da próxima vez que for questionado sobre para qual andar deseja ir, você saberá exatamente o que responder. Daí pra frente, a surpresa fica por conta somente de tudo de bom que poderá experimentar...

Amor não é algo que se sente. É algo que se faz!

Amor não é algo que se sente. É algo que se faz!

Não é novidade nenhuma afirmar que um dos problemas mais graves e recorrentes em qualquer relacionamento é o da comunicação. A começar pelo significado da dinâmica (sim, porque comunicar-se é como um tango, delicado e profundo ao mesmo tempo!). Muitos casais sequer sabem do que é feita a autêntica e eficiente comunicação.

Comunicar-se com a pessoa amada não inclui somente falar, seja sobre o que pensa, sente ou quer, como a maioria acredita. Inclui especialmente e acima de tudo, ouvir. Mas não ouvir somente com os ouvidos, somente as palavras que estão sendo ditas, somente o que é conveniente.

Para que uma conversa realmente termine bem, ou seja, sirva para resolver pendências, amenizar crises e solidificar o amor, seus interlocutores devem ouvir com todo seu ser, incluindo sensibilidade, intuição e a firme decisão de – por mais difícil que seja – compreender o que o outro está pensando, sentindo e querendo!

Mas por que isso parece mesmo tão difícil? Simplesmente porque aprendemos que conversas entre casais que discutem alguma divergência têm de virar briga, onde cada um deve tentar falar mais alto que o outro e provar, a qualquer custo, que está com a razão! Aprendemos, infelizmente, que conversas são como jogos, e servem para mostrar quem é o vencedor e quem é o perdedor! Mas, definitivamente, isso nunca funcionou e nunca vai funcionar!

Simplesmente porque num relacionamento, seja ele de que nível for, não existe um certo e um errado e sim dois pontos de vista, dois pedidos, dois sentimentos, duas interpretações, dois universos que, em última instância – e isso posso afirmar com toda certeza do mundo – só querem ser aceitos, amados e felizes!

Mas enquanto um e outro falarem como se disparassem flechas em direção ao alvo, enquanto tentarem impor seus desejos e repetirem frases-feitas do tipo “com você, não dá para conversar”, “você nunca me ouve”, “você é um egoísta-cabeça-dura”, não vão chegar a um consenso, muito menos à paz que tanto desejam (mas não sabem como alcançá-la).

Parece mesmo paradoxal essa vontade de viver um grande amor, cheio de alegrias e aquela harmonia de quando estavam completamente apaixonados e, ao mesmo tempo, essa estranha e angustiante fome de discussão, desentendimento e embate pelos motivos mais bobos, pelas razões mais infantis, por questões que, no fundo, na maioria das vezes, não tem nem metade da importância que se dá a elas durante uma briga.

A impressão que fica é que, em algum momento da história, solidificou-se a ideia – completamente equivocada e ineficaz – de que amor é isso: uma queda de braços, um interminável vai-e-vem de destilar a própria raiva à custa do outro para, em seguida, arrepender-se e fazer as pazes. Mas acontece que isso só serve para desgastar a relação, acumular mágoas e amontoar frustrações.

O que sobra? Cada qual no seu limite, a sensação de que não vale mais a pena. Pronto: este é o começo do fim! Um fim medíocre, sem uma razão que realmente o valha, mas – ao mesmo tempo – com todas as razões que foram – irresponsavelmente e pelos dois – cavadas, acumuladas e amontoadas dia após dia!

Talvez você diga: “eu bem que tento conversar, mas o outro não tem condições”! Okay, mas você tenta quanto? Até o outro dar a primeira resposta torta e grosseira e você pensar: “ah, mas não vou mesmo ficar aqui ouvindo isso”, e daí aumenta o tom de voz o máximo que pode para deixar bem claro que você tentou, mas que com ele é impossível? Ou talvez simplesmente desista da conversa e saia, alegando sua superioridade?

Assim, pode estar certo de que não vai funcionar! Se você realmente deseja se entender com quem ama, tente mais! Tente até o fim. Não aumente o tom de voz, fale com calma e repita, quantas vezes forem necessárias, que você deseja compreendê-lo. Para tanto, faça perguntas, peça para que ele explique como está se sentindo, por que reagiu de tal forma, enfim, esmiuce, detalhe, interesse-se de verdade pela dor do outro e tenha a certeza de que isso, sim, é amor!

Mais do que declarar o que você sente, mostre! Afinal, pode apostar: Amor não é algo que se sente. É algo que se faz!

Aproveite a vida, a maior festa que existe!

Aproveite a vida, a maior festa que existe!



Não sei se por questões culturais, religiosas ou pessoais, ou talvez seja por todas elas juntas, mas o fato é que, por mais estranho e paradoxal que pareça, a maioria das pessoas desperdiça o convite VIP que recebeu ao nascer e, negligentemente, joga fora a oportunidade de aproveitar a grande festa chamada Vida!

A excêntrica tia Mame, do filme Auntie Mame (1958), repete uma assertiva que, desde a primeira vez que ouvi, achei de uma medida perfeita e urgente. Embora possa parecer agressiva num primeiro momento, ela é, acima de tudo, provocativa – um convite à reflexão e um apelo ao abandono de uma das maiores ilusões do ser humano: a de que viver e amar tem a ver, fundamentalmente, com sofrer.

A frase é: “A vida é um banquete maravilhoso e a maioria dos idiotas continua morrendo de fome”!

Prefiro acreditar que você não se julgue – pelo menos não o tempo todo – um idiota. Mas certamente, em algum momento, após ter feito algo que rendeu prejuízos, sobretudo a si mesmo, já se sentiu um completo e patético idiota! Até aí, nenhum privilégio.

O problema é quem passa a vida toda se boicotando, afundando-se em reclamações e reforçando a crença medíocre e lamentável do “se”. “Se” tivesse isso ou aquilo, “se” fosse assim ou assado, “se” conseguisse, “se” conquistasse, enfim, uma interminável lista de impedimentos à própria felicidade. Obstáculos que a pessoa impõe a si mesma por se recusar a enxergar o banquete servido bem diante do seu nariz!

Sei que afirmar que a vida é aquilo que você acredita que ela seja, ou que o melhor está na simplicidade e disponível para quem quiser é cair no lugar comum e, para alguns, beira o pedante, mas é absolutamente surpreendente constatar o quanto essa verdade ainda não foi assimilada, por mais que já tenha sido repetida incontáveis vezes.

Continuamos deixando a desejar quando se trata de sentar-se à mesa do tal banquete e se servir, se esbaldar, se lambuzar! E assim, feito idiota, a maioria continua morrendo de fome! Muitos, inclusive, morrem sem nunca terem se comportado como convidados realmente, como se o melhor da vida fosse reservado somente a alguns, que não eles.

Assim, presos à ideia de que não podem, não devem ou não sabem como, vão aceitando migalhas, deixando o melhor para quem – na opinião insegura deles – merece mais e, enfim, passam seus dias conformados com uma vidinha mais ou menos, um relacionamento “meia boca”, bem pouco de intensidade, quase nada de novos sabores, e talvez nada da autêntica felicidade!

Pois muito bem! Se você está cansado de se sentir deixado de fora da grande festa, sugiro que comece a se comportar, a partir de agora, como o convidado de honra que de fato você é! Mude sua postura, levante os ombros, olhe adiante e se apodere total e completamente do seu direito de estar neste mundo!

Apodere-se também do seu merecimento de viver um amor que valha a pena, que agite suas células e faça seu coração tremer. Se já tem um, invista nele como nunca fez antes. Aja como um apaixonado e transforme pequenas ocasiões em cenas dignas de Hollywood. No seu trabalho, comporte-se como mestre e senhor de suas funções e faça a diferença. Você não é apenas mais um. Você é um único, exemplar exclusivo na humanidade!

E acredite você ou não, as portas da festa da vida irão se abrir, os anfitriões irão te receber com pompas, os garçons irão te servir à vontade e a música vai rolar o tempo todo. Cabe somente a você a decisão de ficar apenas olhando ou, finalmente, fazer como manda muito bem a canção de “As Frenéticas”: “Abra suas asas, solte suas feras, caia na gandaia, entre nessa festa!” até descobrir, com todos os poros de seu corpo, que sorrir, amar, viver e ser feliz é muito mais uma questão de escolha individual do que de condições externas!